Obesidade Infantil

Postado por: : admin em: ● 28 de novembro de 2011

Esta seção tem como proposta responder a algumas dúvidas que são comuns à maioria das pessoas, obesas ou não. São perguntas e respostas simples, numa linguagem de fácil compreensão, mas que podem ajudar a entender os mecanismos de ganho e perda de peso, os detalhes que podem fazer um regime ser bem ou mal sucedido e também vai ensinar uma maneira saudável de alimentação, ajudando na perda e no controle de peso.

Por que as crianças de hoje são mais obesas que antigamente?
Basicamente isto ocorre por dois fatores: Alimentação inadequada (batata frita, salgadinhos, chocolate, lanches, etc.) e falta de exercícios. As crianças de hoje passam muito tempo em frente à TV, no computador ou videogame, abandonando atividades mais saudáveis como correr, jogar bola, pular corda, etc.
A obesidade infantil, além dos fatores citados, é determinada também por fatores genéticos. Filhos de pais obesos têm grande probabilidade de se tornarem obesos também.
Devemos tomar alguns cuidados desde a primeira infância de nossos filhos. Quando a criança engorda muito nos primeiros meses de vida ela desenvolve muitas células gordurosas e esta obesidade pode permanecer pelo resto da vida. Por isso devemos respeitar o período de amamentação de seis meses (o leite é suficiente para nutrir a criança e não engorda). O açúcar e os doces devem ser evitados desde cedo. Evite adoçar a mamadeira e os chás.
Devemos evitar também o uso de drogas estimulantes de apetite, pois isto pode levar à hiperfagia (fome excessiva) e à obesidade.

Como tratar a obesidade juvenil?
Tomando alguns cuidados simples:
- Ensine seus filhos a escolher melhor os alimentos (pizzas menos gordurosas, lanches sem bacon ou maionese, evitar o excesso de açúcar, doces, chocolates, batata frita, etc).
- Evite comprar alimentos que engordam (não tendo em casa come-se menos). Faça gelatina e doces menos calóricos. Evite refrigerantes.
- Estimule-as a se exercitar, a jogar bola, a correr, a andar de bicicleta, caminhar, etc.
- E o mais importante: Dê o exemplo, sempre. Se quiser que seu filho tenha bons hábitos alimentares e uma vida ativa, comece por você.

Obesidade

Postado por: : admin em: ● 28 de novembro de 2011

Esta seção tem como proposta responder a algumas dúvidas que são comuns à maioria das pessoas, obesas ou não. São perguntas e respostas simples, numa linguagem de fácil compreensão, mas que podem ajudar a entender os mecanismos de ganho e perda de peso, os detalhes que podem fazer um regime ser bem ou mal sucedido e também vai ensinar uma maneira saudável de alimentação, ajudando na perda e no controle de peso.

O que são carboidratos?
De maneira simplificada podemos dizer que carboidratos (ou hidratos de carbono) são todos os açúcares e massas que existem.
É interessante salientar que “massa” é um alimento ricos em amido (como por exemplo, o trigo e seus derivados, a batata, a mandioca, o milho, etc.) e que o amido é um tipo de “açúcar grande”.
Após o processo digestivo este açúcar (amido) é “quebrado” em açúcares menores que podem então ser absorvidos e utilizados pelo organismo. Em outras palavras, quando comemos massa na verdade estamos comendo amido, que vai se transformar em açúcar dentro do nosso organismo. Portanto, tanto as massas quanto os açúcares são considerados carboidratos e por isso têm a mesma quantidade de calorias.

O que são proteínas?
As proteínas são moléculas formadas por aminoácidos (ou ácidos orgânicos). Da mesma forma como os tijolos formam uma parede, os aminoácidos se unem para formar as proteínas. Estas são responsáveis pela formação dos tecidos e dos órgãos do nosso corpo, mas também são importantes para várias funções orgânicas como o equilíbrio hormonal e a resistência do organismo (pois tanto os hormônios como os anticorpos são constituídos as proteínas). Além disso, as proteínas também podem ser utilizadas como fonte de calorias. Porém o organismo só utiliza as proteínas como fonte de energia se não houver outra fonte disponível (como os açúcares e as gorduras).

Quantas calorias uma pessoa normalmente gasta em um dia?
Isto varia muito de pessoa para pessoa, mas no geral podemos dizer que em média uma pessoa gasta entre 2500 e 3500 calorias por dia, sendo que os homens gastam um pouco mais que as mulheres.
Algumas pessoas, no entanto, chegam a “queimar” até 5000 calorias num dia, enquanto outras “queimam” menos de mil. Chamamos a isso de diferenças de metabolismo.

O que determina a quantidade de calorias que uma pessoa queima?
São vários os fatores que levam a estas diferenças de metabolismo. Vejamos alguns deles:

Hereditariedade:
É inquestionável que a predisposição à obesidade pode ser genética. Uma criança tem 10% de chance de tornar-se obesa se os pais tiverem peso normal, 50% de chance se um dos pais for obeso e 80% de chance se ambos os pais forem obesos.

Idade:
Em fases distintas da vida uma pessoa pode queimar mais ou menos calorias. Por exemplo: adolescentes em geral queimam mais calorias que uma pessoa idosa (por isso ha uma tendência de pessoas mais velhas acumularem gordura). Isto pode estar relacionado à diminuição no ritmo de vida e na acomodação natural da idade, ou ainda a fatores como menopausa e andropausa.

Atividade física:
É natural e fácil de entender que uma pessoa mais ativa, que tenha um trabalho pesado e desgastante ou que faça atividades físicas diárias gaste mais calorias que uma pessoa que trabalhe sentada e que não pratique atividades físicas constantes. A propósito, antigamente existiam menos obesos porque as facilidades eram menores, as pessoas eram obrigadas a se movimentar mais, queimando mais calorias. Hoje, com as comodidades da tecnologia e com o crescente poder aquisitivo das pessoas, com o uso de carros, do controle remoto, entre outros, levamos uma vida muito sedentária e quase não queimamos calorias. No entanto comemos cada vez mais alimentos industrializados, engordurados, hipercalóricos, disso resultando tantos problemas de saúde como obesidade, colesterol e etc.

Fatores hormonais:
Alterações hormonais podem levar uma pessoa a engordar ou emagrecer, dependendo do hormônio envolvido. Por exemplo, o hipotireoidismo e o hipertireoidismo. Devemos ressaltar, no entanto, que os casos de obesidade por alterações hormonais são menos freqüentes do que se imagina.

Sistema nervoso:
É indiscutível que uma alteração no sistema nervoso pode interferir no ganho ou perda de peso. Isto se dá de dois modos distintos: O primeiro em nível de alteração do metabolismo (um choque emocional pode fazer com que uma pessoa engorde ou emagreça).  O segundo em nível de ansiedade que às vezes provoca hiperfagia (fome excessiva) fazendo com que a pessoa engorde por comer compulsivamente.

Uso de medicamentos:
Certos medicamentos como os corticoides, antidepressivos, hormônios, anticoncepcionais, antialérgicos, etc. podem alterar o metabolismo ou provocar retenção de líquido fazendo com que a pessoa ganhe peso, mesmo sem comer exageradamente.

Outros fatores:
Vários outros fatores podem nos fazer engordar como parar de fumar, parar de fazer exercícios, a laqueadura, a menopausa e etc.

Qualquer um destes fatores citados, associado a uma alimentação desbalanceada podem ser os responsáveis diretos por todos os casos de obesidade existente.

Como podemos classificar a obesidade?
De forma resumida podemos dizer que existam dois grandes grupos de obesos:

       1 – Obesos por excesso de ingestão de calorias e/ou baixo gasto calórico (vida sedentária).

Este primeiro grupo representa a grande maioria dos casos de obesidade e resulta de alimentação desbalanceada com excesso de ingestão de calorias associado à vida sedentária (baixo gasto de energia).
O excesso de alimentação, o uso de suplementos alimentares sem necessidade (vitaminas, por exemplo), a ingestão de alimentos que apenas engordam e não nutrem (açúcar branco e arroz polido, por exemplo) e o excesso de açúcares e gorduras são alguns fatores determinantes da obesidade.
Aspectos culturais também influenciam na obesidade, pois herdamos de nossos pais a “mania” de comer além de nossas necessidades, principalmente alimentos ricos em açúcar (doces e massas) e gorduras

       2 – Obesos “doentes”, isto é, pessoas que engordam mesmo sem comer exageradamente.

Este segundo grupo representa aquelas pessoas que engordam devido a problemas de saúde como alterações metabólicas, fisiológicas ou endócrinas (alterações hormonais). Devido a estas alterações ocorre uma diminuição no metabolismo (o organismo queima menos calorias) e a pessoa engorda ou tem dificuldade para emagrecer, mesmo comendo pouco.

O que seria a obesidade por fatores psicológicos?
Como o próprio nome diz é a obesidade provocada por problemas emocionais como auto-rejeição, baixa auto-estima, depressão e compulsão a comer.
Muitas pessoas comem para satisfazer necessidades emocionais. Comer preenche a carência afetiva, o alimento alivia a ansiedade, a frustração e o vazio emocional. Para os obesos, o alimento pode representar amor, segurança, satisfação e alívio das tensões. Procurar ajuda psicológica nestes casos é fundamental.

Como tratar a obesidade?
Seja qual for o caso de obesidade, a forma de tratamento é a mesma. Tentar corrigir suas possíveis causas (ansiedade, alterações hormonais, mudança de medicamento, etc.) associando uma dieta com poucas calorias e exercícios.
No entanto, qualquer destes tratamentos pode não dar resultado satisfatório se feitos isoladamente, isto é, às vezes não adianta fazer regime sem tratar a causa da obesidade, assim como também não adianta tratar a causa de obesidade se a pessoa continuar ingerindo calorias em excesso.

Quais os fatores que influenciam o emagrecimento?
É fundamental uma análise de todos os fatores que envolvem a pessoa do obeso, desde alterações metabólicas e hormonais até as suas frustrações, suas carências, seu desânimo frente aos problemas (que normalmente o levam a uma baixa auto-estima). É como se o obeso desistisse de sua vaidade.
Como regra geral, no entanto, independente das variáveis individuais, toda vez que comermos mais calorias do que necessitamos o resultado será a obesidade.

Quais as doenças relacionadas com a obesidade?
Várias doenças podem se desenvolver ou sofrer influencia da obesidade. São elas: Diabetes, doenças cardíacas, câncer, problemas circulatórios, hipertensão arterial, arteriosclerose, aumento do colesterol, aumento do triglicérides e problemas estruturais (coluna e articulações). Além disso, a obesidade reduz a atividade motora, provoca fadiga, problemas psicológicos como depressão e reduz a expectativa de vida.

 

O que é colesterol?
O colesterol é um tipo de gordura presente nos alimentos, principalmente os de origem animal.
O colesterol sempre está ligado a uma proteína (que tem a função de transportá-lo para dentro ou para fora do sangue). Estes complexos de gordura e proteína são chamados lipoproteínas.

As principais lipoproteínas são:
VLDL – Proteína de densidade muito baixa
LDL – Proteína de densidade baixa
HDL – Proteína de alta densidade.

A HDL é conhecida como “bom colesterol” porque tem mais proteína e menos colesterol. Ela retira o colesterol das células facilitando sua eliminação, ajudando a manter o colesterol nos níveis considerados normais.
A LDL é conhecida como “mau colesterol” ou “colesterol ruim” porque tem mais colesterol e menos proteína. Ela ajuda o colesterol a entrar no sangue, favorecendo o acúmulo nas artérias e a formação das placas de gordura.
Parte do colesterol presente no sangue é proveniente dos alimentos que comemos, porém parte dele é produzida dentro do próprio organismo, por isso muitas vezes só o regime alimentar não é capaz de fazer baixar a taxa de colesterol do sangue, sendo necessário o uso de algum medicamento para ajudar.

Quais os valores ideais para o colesterol no sangue?
É normal certa quantidade de gordura no sangue. Só o excesso é que preocupa os médicos pelos malefícios que pode causar. Temos então três situações:

DESEJÁVEL – Taxas menores que 200mg por 100 ml de sangue
ACEITÁVEL – Taxas até 239mg por 100 ml de sangue
ALTA – Taxas acima de 240mg por 100 ml de sangue.

O que significa gordura saturada e gordura insaturada?
As gorduras saturadas são as gorduras “duras”, muito ricas em colesterol e que estão presentes em alimentos como os ovos, o creme de leite, manteiga, banha de animais, sebo, aves, queijo, etc.
Gorduras insaturadas (ou poli-insaturadas) são as gorduras “moles”, isto é, são líquidas à temperatura ambiente e caracterizam-se por serem pobres em colesterol. Estão presentes nos alimentos de origem vegetal como óleos de soja, amendoim, milho, girassol, canola, azeite de oliva, etc., com exceção do óleo de coco que é rico em colesterol.

O que são triglicérides?
Triglicérides são gorduras que ficam em suspensão no sangue e não se depositam nos tecidos. É menos perigosa que o colesterol, pois não provoca entupimento nas veias (aterosclerose), porém quando muito aumentado “engrossa” o sangue e quando associado ao colesterol alto pode favorecer problemas como infarto do miocárdio e outros problemas circulatórios.

Pode-se usar adoçante à vontade?
Não. Todo adoçante tem um limite de ingestão diária que deve ser respeitado. Quantidades exageradas podem provocar efeitos colaterais como dores de cabeça, mal-estar e diarréia.

Veja o limite dos adoçantes mais comumente usados:
- Sacarina: 3,5mg/kg de peso corpóreo ideal
- Ciclamato: 11 mg/kg de peso corpóreo ideal
- Aspartame: 40mg/kg de peso corpóreo ideal

Mesmo a Stevia (que é um adoçante natural) não deve ser usada de forma exagerada, podendo causar algum tipo de desconforto. Para resolver este tipo de situação, foram criados alguns produtos que combinam vários adoçantes (como a Stevia plus, que combina stevia, aspartame e ciclamato). São adoçantes compostos cujas fórmulas foram desenvolvidas de modo a obter um máximo de poder edulcorante com o mínimo de sabor amargo.
Mas a grande vantagem deste “mix” de adoçantes é que você ingere um pouco de cada adoçante e dificilmente atingirá o limite tolerável de cada um deles, evitando desta forma seus efeitos colaterais.

A frutose é um adoçante dietético?
Não. A frutose é um açúcar de melhor qualidade (proveniente de frutas), mas contém praticamente as mesmas calorias do açúcar comum (de cana), portanto não pode ser usada por diabéticos ou pessoas que querem emagrecer ou manter o peso.

Qual a importância dos exercícios durante o regime?
Os exercícios, de modo geral, são bons para a saúde e deveriam ser praticados durante toda a vida. Hoje há um consenso de que, o que leva à obesidade não é só uma alimentação desbalanceada, mas principalmente a vida sedentária que vivemos. A pessoa mais magra e mais saudável normalmente não é a que come menos e sim a mais ativa.
Fazer exercícios aumenta o metabolismo e faz o corpo queimar mais calorias, não só durante o exercício, mas também no decorrer do dia.

 

Qual a importância de se mastigar bem os alimentos?
Antes de responder a essa pergunta vamos entender como funcionam as sensações de fome e saciedade em nosso organismo. Ao perceber a falta de nutrientes no sangue, uma região do nosso cérebro chamada “centro da fome” envia mensagens químicas para o corpo de que é necessário comer (sensação de fome). Quando comemos, outro centro cerebral chamado “centro da saciedade” detecta a presença de nutrientes no sangue e emite ao corpo sinais de que já estamos alimentados, inibindo o “centro da fome”.

Então, mastigar adequadamente os alimentos é importante por que:
- O alimento, quando bem triturado através da mastigação, é mais facilmente digerido (a digestão começa na boca) e passa mais rapidamente para a corrente circulatória.
- Nosso cérebro demora pelo menos 15 minutos para perceber no sangue a presença dos alimentos que ingerimos. Isto significa que, quando alguém come rápido e sem mastigar bem os alimentos, o cérebro pode não ter tempo de perceber que esta pessoa já comeu o suficiente e continua mandando sinais de fome para o organismo. Às vezes acontece de, mesmo após um grande prato de comida ingerido rapidamente, você pode ainda estar sentindo fome.

Por isso, mastigar bastante antes de engolir (em média 20 vezes), e comer devagar, faz com que a pessoa fique saciada até mesmo antes de terminar de comer. Outra dica importante é nunca usar pratos fundos. O prato raso dá a impressão de mais comida.

Vitiligo

Postado por: : admin em: ● 4 de setembro de 2011

Mão de criança com Vitiligo

O que é?
É uma doença caracterizada pela despigmentação da pele, formando manchas brancas, de forma e tamanho variáveis e de bordas bem delimitadas. Estas manchas aparecem pela destruição ou inativação dos melanócitos, que são as células responsáveis pela produção de melanina (substancia que dá cor à pele). Sua freqüência é de aproximadamente 1% da população e pode ter predisposição genética (em cerca de 30% dos casos há ocorrência familiar). Eventualmente o vitiligo pode surgir após traumas ou queimaduras solares.

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Ser empreendedor

Postado por: : admin em: ● 4 de setembro de 2011

Meu nome é Valdir Venciguerra. Sou Farmacêutico, especialista em Homeopatia e em Análises Clínicas e proprietário da Farmácia Passiflora.

Tenho ouvido de algumas pessoas elogios à Nova Passiflora e ao meu suposto tino empreendedor. Fico feliz, claro, mas por vezes me questiono se o sucesso da farmácia se deve realmente a meu caráter empreendedor ou se ele é simplesmente o resultado de um trabalho honesto, ético e compromissado que temos desenvolvido ao longo destes 25 anos de existência da Passiflora.

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